contratação do dia

adrian ramos

Kloppo e o Dortmund já começaram a preparar a próxima época. Os vestefalianos anunciaram hoje a contratação (valores não revelados= do avançado colombiano de 28 anos Adrian Ramos, actual avançado do Hertha de Berlim. Parece-me assim à primeira vista uma excelente contratação. O colombiano encaixa perfeitamente no jogo do Dortmund pela sua rapidez, pela sua interessante capacidade técnica e pela sua aceitável capacidade de finalização (não é tão finalizador quanto Lewandowski mas por exemplo tem outros atributos interessantes como o facto de ser um jogador rapidíssimo nas transições em contragolpe e capaz de se desmarcar muito bem em velocidade nas costas das defesas contrárias) – em suma, Ramos, tem mais ou menos as mesmas características de Jackson Martinez, mas é um jogador tecnicamente mais evoluído e muito mais rápido e ágil. A favor de Ramos também jogou o  facto de conhecer perfeitamente a realidade do futebol alemão (está no Hertha desde 2009) e em particular da Liga Alemã, na qual já apontou 59 golos em 150 jogos realizados. Nesta temporada já leva 16 golos na Bundesliga.

O golaço de Naldo

Por acaso, passou-me ao lado durante o fim-de-semana. Vi-o agora num resumo das jornadas da Bundesliga. O brasileiro é um daqueles que cumpre os desígnios históricos da velha escola de centrais brasileiros – quando podem, tentam encher o pé, não interessando a distância tida à baliza, com toda a fé do mundo, para ver se com um patardão conseguem fazer a moedinha entrar dentro do mealheiro.

Quando a bola chegou aos pés do veterano central do Werder Bremen, antigo internacional brasileiro, estando a sua equipa a empatar a partida, tudo me leva a crer que a reacção dos adeptos terá sido a mais normal neste tipo de situações: “lá vai aquele gajo mandar a bola para a bancada” – em bom da verdade, 99% destes lances acabam com um enorme disparate dos jogadores da posição em causa, alguns deles directos à cabeça de um adepto mais desprevenido que já se encontre com as mãos na cabeça a fazer o mais comum sinal de desespero (futebolístico) quando as coisas não estão a correr bem à sua equipa. Pior que isso será a reacção quase automática dos colegas de equipa. Não haverá um único que não seja capaz de protestar com o colega pelo facto de ter estragado uma das últimas (e preciosas) jogadas a favor do encontro.

Naldo contrariou toda a estatística, encheu o pé e assinou esta pérola que deu a vitória à equipa de Bremen na partida.

O que eu ando a ver #60

Na ressaca do título, o jogo contra o Hoffenheim até permitiu a Guardiola colocar Ribery de forma ao francês adquirir forma depois das semanas em que esteve lesionado e Robben re-adquirir forma tendo em vista o main objective dos bávaros: a re-conquista da Liga dos Campeões.

O Hoffenheim foi a 2ª equipa nesta temporada a conseguir reverter uma vantagem de dois golos do Bayern. A primeira foi o Manchester City na fase de grupos da Champions.

O destaque individual na partida vai para o Brasileiro Roberto Firmino. O playmaker da equipa orientada por Marcus Gisdol mostrou mais uma vez (contra os melhores) o seu cartão de visita. Há muito que ando debaixo de olho neste brasileiro de 22 anos, jogador que trocou o modesto Figueirense de Santa Catarina pelo Hoffenheim em 2010. Para além dos 20 golos que já leva esta temporada (14 no campeonato e 6 na Taça) Firmino é um tecnicista por excelência capaz de fazer maravilhas com a bola. Não é exagero nenhum pensar que este jogador, actuando numa equipa de topo poderá facilmente chegar ao escrete. Apesar de ter renovado recentemente contrato com a equipa alemã até 2017 (para fazer aumentar a sua cláusula de rescisão) Firmino está neste momento a ser seguido por Borussia de Dortmund, Leverkusen, Manchester United, Liverpool, Everton – as equipas de Jurgen Klopp e Brandon Rodgers estão na linha da frente.

Acontecimento do dia

bayern

24º título dos bávaros, festejado a 7 jornadas do fim da Bundesliga. Mais um record para o clube que não gosta de perder, a juntar aos 53 jogos de invencibilidade para a Bundesliga. O primeiro ano de Guardiola roça a perfeição: nunca será perfeito pela derrota obtida frente ao Dortmund na Supertaça Alemã no início da temporada. No entanto, as vitórias no campeonato do mundo de clubes, na supertaça europeia, campeonato, as mais que prováveis vitórias na Champions e na Taça da Alemanha (prevejo eu) e um futebol do melhor que há na história do futebol roçam a perfeição nesta primeira época do catalão no clube.

Poderemos estar no início de uma dinastia que poderá durar uma\duas décadas. Vai ser muito difícil para qualquer clube da Bundesliga destronar o Bayern desta posição dominadora.

 

Bayern 2 bayern 3 bayern 4 bayern 5

O que eu ando a ver #55

Olympiastadium, Berlin

Hertha de Berlim vs Bayern Munchen – Em caso de vitória dos bávaros (a 52ª consecutiva) e deslize do Borussia de Dortmund frente ao Schalke, os bávaros são os primeiros a conquistar nesta temporada o título de campeões nacionais no futebol europeu. Sai o segundo (Mundial de Clubes) para Pep Guardiola?

P.S: Ao mesmo tempo em que escrevo estas palavras, Toni Kroos inaugura o marcador (6″).

frase do dia

“Fugi aos impostos. Tenho consciência de que esse ato não muda com a confissão. Pretendia com ela poder evitar o processo penal. Alegro-me que agora tudo se esclareça. Lamento profundamente o meu erro. Vou fazer de tudo para virar esta página negra da minha vida” – Uli Hoeness, presidente do Bayern de Munique, na sessão judicial relativa ao processo motivado por fraude fiscal movido pelo Ministério Público Alemão.

Mas… Mas… Quem é que na tua geração não fugiu Uli? Vocês iam todos jogar para os Estados Unidos pelo bonito futebol que lá se praticava nos meados da década de 70? Reformulo a primeira pergunta: Qual é o agente desportivo que hoje não foge aos impostos?

O que eu ando a ver #48

10 meses depois de terem sido atropelados por 6-1 no Allianz Arena a contar para a Bundesliga da época 2012\2013, os lobos da Volfswagen (das auto) voltaram a ser cilindrados pelo superlativo, transcendente, futebol do Bayern de Munique. Mais 6-1. Caricato foi o facto de ter visto ontem na semanal magazine da Bundesliga (Sporttv), Phillip Lahm afirmar, a propósito dos 49 jogos que a equipa bávara leva sem perder para o campeonato (recorde da história do campeonato alemão) que no futebol “os recordes não são tudo mas se a equipa os puder quebrar…” – Guardiola tem a plena noção que, na sua primeira época no comando técnico dos bávaros, por mais que faça (dentro de 4 jornadas pode tornar-se campeão e para mim é mais ou menos certo que se irá tornar bicampeão europeu no final do ano; espero não me vir a queimar com estas palavras) não irá superar a temporada passada e o número de títulos conquistados por Jupp Heynckes (o campeonato do mundo de clubes não conta porque Don Jupp não teve a oportunidade de discutir esse título).

Tenho reflectido imenso sobre a estratégia passada e presente tomada pelos bávaros. Muitos pensaram que a ideia que motivou a contratação de Guardiola prendeu-se com o facto do espanhol poder trazer mais mediatismo para o clube. Todos nós sabemos o quanto vale o mediatismo no futebol neste momento. Tal ideia é profundamente errada. O Bayern é arrogante. O Bayern não precisa de investidores vindos das arábias. Com mais ou menos patrocínios, o Bayern tem o que necessita para vencer: o seu estádio completamente cheio todos os jogos, milhares de associados, uma máquina de merchandizing brutal (basta só referir que na loja online do Bayern, o clube até cintos de cabedal com o símbolo do clube vende), milhões e milhões vindos dos sponsors fidedignos do clube (T-Mobile, Audi, Allianz, HypoVereinsBank, Lufthansa, Paulaner, Yingi Solar, Adidas; de referir que só o patrocínio da Adidas rende 20 milhões de euros por temporada e que o da T-Mobile é de 18 milhões de euros por temporada), milhões de milhões vindos das transmissões televisivas e das receitas geradas por anos e anos de Champions (continuo a considerar que o Bayern tem os melhores resultados na Champions nos últimos 20 anos apesar de só ter vencido a prova em duas ocasiões). A ideia que subjaz por detrás da contratação de Guardiola é simplesmente uma, aquela que de resto tem sido a filosofia do clube desde Beckenbauer, Hoeness e Gerd Muller: ser o maior clube europeia. Mehr als ein verein. Mia san Mia. E Guardiola paulatinamente vai moldando a equipa a seu jeito para atacar tudo o que mexer nas próximas épocas. Não só é assustadora a possibilidade do espanhol vencer 2 ou 3 Ligas dos Campeões nos próximos 5 anos como está a tornar-se assustador o fosso que vai separando o Bayern dos restantes clubes da Bundesliga, campeonato que ao contrário do que aquilo que muitos julgam, sempre se pautou pelo equilíbrio (ver a lista de vencedores, ver a higiène a que os clubes são sujeitos pelas duras regras que a Federação Alemã impõe na contratação de jogadores ou na sua gestão).

Falamos portanto dos mais directos competidores. Em Dortmund Klopp irá perder Robert Lewandowski para o Bayern na próxima temporada. Com a saída do polaco, Klopp (o tal que agora dá para entrar nos anúncios do Opel Insignia) irá perder metade do seu abono de família. A ver vamos se a saída do polaco não irá provocar um cataclismo de todo o tamanho no seio do clube da Vestefália, cataclismo esse que de resto já é expectável no seio deste: a morte desta geração do Borussia, a sua completa desfragmentação e o início de uma nova era no clube a partir da estaca zero. Com ou sem Klopp. Do técnico germânico conhecemos o facto, de, estar apto a aceitar novos desafios. Afinal de contas, toda esta geração do clube foi efectivamente construída por Klopp a partir da estaca zero.

Em Gelsenkirchen e em Leverkusen, há talento de sobra (Draxler, Boateng, Howedes, Matip, Huntelaar, Farfan; Kiessling, Sidney Sam, Castro, Emre Can, Lars Bendes; entre outros) mas a condição tanto de Schalke como de Bayer de Leverkusen é bastante diferente da condição do Bayern: enquanto o Bayern é comprador, tanto o Schalke como o Leverkusen, apesar de compradores, não tem estatuto e poderio financeiro para manter os seus grandes jogadores quando assediados pelos grandes europeus.

Da Champions #14

Confesso que não vi o jogo. Estou a ver agora os resumos dos jogos de hoje. Ronaldo fez dois golos e duas assistências belíssimas. Contudo, aquilo que mais me sobressaiu no jogo foi o 4º golo do Real, golo marcado por Karim Benzema, no momento, a fazer jus ao nome do Schalke (0-4).
Engraçado também foi o facto dos adeptos do clube alemão se terem levantado das suas cadeiras quando Klaas Jan Huntelaar marcou o seu tento de honra na partida. O gesto demonstra que os alemães vivem o futebol de uma forma bem diferente da nossa. Vivem-no como um espectáculo. Se fosse uma equipa portuguesa a apanhar 6 do Real numa eliminatória deste calíbre (não precisamos de recuar muitos anos para relembrar os 12 que o Sporting apanhou do Bayern nos oitavos-de-final da prova da temporada 2008\2009) seria uma tragédia para a dita equipa, uma semana de jornalismo de baixo nível para os diários na qual estes tentariam escapulizar a goleada até ao osso e uma comédia para os adeptos dos rivais.

imbecilidades

boateng

A imagem mostra Kevin Prince-Boateng a fumar um cigarro e a beber uma cerveja antes de ir ao controlo anti-doping programado no final do último jogo do Schalke. O insólito levou o director-geral do clube alemão Horst Heldt a afirmar que o jogador estava simplesmente “a relaxar do stress da partida” – se o clube aceita, não sou ninguém para criticar…

Não deixa de ser caricato que uma cena do género aconteça poucos dias depois das declarações do médico-chefe da FIFA Jiri Dvorak. O dirigente da FIFA anunciou que todos os jogadores das selecções participantes serão controlados de surpresa antes do arranque da competição. O mesmo dirigente anunciou que o caso mais bicudo é o da selecção… portuguesa, a única que é sempre controlada de surpresa pela sua agência nacional antidopagem, a ADoP, antes de seguir marcha para as grandes competições internacionais

Dvorak deverá ter receio que, os controlos surpresa, causem indignação junto das delegações. Como tal, tomou de exemplo o que se sucedeu no estágio da Covilhã nas vésperas da participação da selecção nacional no Campeonato do Mundo da África do Sul em 2010, quando os “vampiros”, apelido pelo qual são conhecidos os elementos dessas mesmas agênciasem modalidades como o Atletismo ou o Ciclismo, irromperam pela unidade hoteleira onde estava instalada a delegação portuguesa, a altas horas da madrugada, para controlar toda a selecção, acontecimento que motivou a ira e a suposta agressão de Carlos Queiroz a um dos elementos da dita autoridade. A ADoP alegou que o seleccionador nacional agrediu física e verbalmente um dos elementos que iria fazer o controlo surpresa a alguns jogadores (entre os quais Nani) e o seleccionador nacional chegou a ser castigado por 6 meses. O TAS (Tribunal Arbitral do Desporto) anulou a decisão que suspendeu o treinador, obrigou a AdOP a indeminizar o actual seleccionador do Irão em 46 mil euros e os crimes (públicos) decorrentes do acto passaram para os tribunais civis.

Não deixa de ser uma imbecilidade de Jiri Dvorak enunciar a selecção nacional como um caso bicudo sabendo que a AdOP é uma das únicas agências nacionais de Antidopagem com poder para realizar controlos surpresas sobre todos os atletas nacionais. Coisa que faz constantemente. Ainda há poucos meses atrás, nas vésperas (e durante) da (a) última edição da Volta a Portugal apanharam Sérgio Ribeiro da Efapel-Glassdrive e o vencedor Alejandro Marque nas malhas do doping. Outra é por exemplo a agência Norte-Americana, a USADA, se bem que a USADA só acordou para esta realidade depois do escândalo em torno de Lance Armstrong. Tanto uma como a outra tem poder para comunicar às autoridades judiciais a posse de substâncias proibidas por parte dos atletas, cabendo depois às mesmas iniciar os procedimentos previstos pela lei.

No que toca à luta anti-doping, o ciclismo está um passo à frente de todas as modalidades visto que todos os atletas tem um passaporte biológico, isto é, um registo onde são anotados todos os controlos realizados e onde é monotorizada a carreira do ciclista. Por causa da realização desses mesmos registos, o ciclista é obrigado a comunicar à UCI o sítio onde está a treinar. A UCI pode enviar uma delegação da agência nacional respeitante ao país no qual o ciclista está a treinar para efectuar um controlo surpresa. O passaporte biológico contem informações detalhadas sobre a fisiologia dos atletas assim como sobre o seu metabolismo e regras muito apertadas: podem chover castigos para quem se negar a ser controlado ou faltar a 3 controlos programados previamente.

Também creio que devo relembrar que em Espanha e em Itália, bem como noutros países, as agências antidopagem não tem tantas competências e tanta legitimidade como a Portugal. Basta apenas ver esta cronologia feita pelo El Mundo sobre o caso da Operación Puerto e reparar que foi a Guardia Civil Espanhola que desencadeou todo o processo e não a agência espanhola anti-dopagem.

Porquê? Porque em Espanha e em Itália, os atletas não são tantas vezes controlados como em Portugal. Exemplo disso foi a ineficiência demonstrada pela agência espanhola na localização de Christopher Horner quando pretendia controlar o ciclista após a vitória no Angliru, vitória que garantiu ao americano a vitória na Vuelta.

O que é que queria dizer Dvorak com as suas palavras? Ninguém gosta de ter os vampiros à perna. Obvio. Muito menos quando eles fazem os jogadores levantar-se da cama às 4 da manhã e os privam do natural descanso que a alta-competição exige para a realização de um processo que pode ser realizado às 9 da manhã. Daí a dizer que Portugal é um caso bicudo no cumprimento da questão vai um passo muito mas muito largo. Basta por exemplo recordar as palavras proferidas pelo ciclista Riccardo Riccó (suspenso por 12 anos depois de ter sido controlado positivamente pela 3ª vez e de possuir substâncias dopantes na sua residência) aquando de uma das audiências do processo judicial movido pelas autoridades italianas: “Em Espanha ninguém controla nada nem ninguém. Não existe 1\10 do controlo que existe em Itália” – em Itália, 8 em cada 10 atletas dopados são apanhados. No entanto, as palavras do dirigente da FIFA são muito deselegantes para quem tem neste momento um dos mais eficazes sistemas de luta anti-doping no mundo.

já que estou numa de grandes golos

Hakan Calhanoglu. Do meio-campo. Na surpreendente vitória do Hamburgo por 3-o contra o Borussia de Dortmund no jogo que marcou a estreia de Mirko Slomka no comando técnico da equipa. Respira-se um ar menos poluído em Hamburgo, depois de 8 semanas a perder, 2 delas vividas quase a ferro e fogo pelo plantel.

foto do dia

van der vaart

edição de ontem do Jornal Record.

Esta é uma daquelas imagens que vale por mil palavras. Rafael Van der Vaart chora no final de mais uma derrota do Hamburgo (a 8ª consecutiva) frente ao Eintracht Braunschweig por 4-2. O clube da cidade dos marinheiros e o seu oponente de sábado são precisamente penúltimo e último da bundesliga.

A derrota frente ao último valeu a demissão do treinador Holandês Bert Van Marwijk. O histórico clube do Norte, vencedor da Taça dos Campeões Europeus em 1982\1983, de uma Taça das Taças na época 1976\1977 e 6 campeonatos alemães, clube onde alinham actualmente jogadores como Van Der Vaart, René Adler, Johan Djorou, Slobodan Rajkovic, Marcell Jansen, Tomás Rincon, Ola John (por empréstimo do Benfica), Gojko Kacar, Robert Tesche e Jacques Zoua, já anunciou a contratação de Mirko Slomka. Slomka foi despedido do Hannover 96 há algumas semanas atrás. O técnico de 46 anos torna-se assim o 4º treinador da equipa na presente temporada, sucedendo a Thorsten Fink, ao argentino Rodolfo Cardoso e ao holandês Van Marwijk.

 

o que eu ando a ver #12

1. Quem te viu e quem te vê ó Ronny! Passaste daquele defesa-esquerdo meio merdoso que não sabia defender e que suava em todas as conferências de imprensa onde participavas para o nº10 patrão de equipa idolatrado pelos adeptos.

2. Dos melhores jogos que vi da Bundesliga este ano. Principalmente pelo caudal de jogo praticado e pelo pace da primeira meia-hora de jogo.