O que eu ando a ver #59

Não pude deixar de reparar, a meio desta semana, no bode expiatório apresentado pela imprensa espanhola afecta ao Real (Marca, Ás, Cadena Ser) para justificar a “ausência” de Cristiano Ronaldo nas derrotas com Barcelona e Real Madrid através de uma suposta lesão no joelho.

Poucos dias passaram. Contra o Rayo Vallecano, CR7 reaparece com 1 golo e 2 assistências. Esta é uma das grandes diferenças entre Ronaldo e Messi. Enquanto o primeiro andou desaparecido contra Barcelona e Sevilla (jogos com um elevado nível de dificuldade), reaparecendo com toda a pompa que o caracteriza contra o modesto Rayo Vallecano, o outro, lesionado ou não, nunca se esconde no jogo e aparece com o habitual dinamismo que incute no jogo ofensivo da sua equipa. Apesar de não ter sido o melhor em campo no passado domingo (para mim foram Iniesta e DiMaria; este último na primeira parte), mexeu novamente as palhetas, criou literalmente o primeiro golo dos catalães no Bernabéu, jogou, marcou de penalty por 2 vezes e fez jogar.

Jogo para esquecer para Zé Castro. O central português estendeu a passadeira e ofereceu uma noite de terror aos seus companheiros de equipa. Nos últimos 15 minutos, se Ronaldo tivesse sido minimamente eficaz, teriam sido uns 10.

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