O que eu ando a ver #27

south africans

Sevens World Series

Depois da vitória na etapa Sul-Africana (Port Elizabeth) numa final disputada frente à Nova Zelândia, a equipa sul-africana tomou-lhe o gosto e voltou a vencer, desta feita na etapa americana de Las Vegas, batendo novamente os neozelandeses na final por 14-7. Os Sul-Africanos vencem assim a etapa norte-americana pela 2ª vez consecutiva. Já os Neozelandeses perdem pela 4ª vez consecutiva na prova realizada no estado do Nevada.

A equipa de Neil Powell aplicou uma mestria defensiva fantástica durante todo o torneio. Implacáveis a atacar, placadores efectivos a defender, os sul-africanos apenas sofreram 2 ensaios (14 pontos) durante todo o torneio, um deles na final frente aos neozelandeses onde até começaram a perder e a ver os All-Blacks jogar (nos primeiros 4 minutos os neozelandeses fizeram 21 passes contra 0 dos sul-africanos). A partir daí deu-se a reviravolta dos sul-africanos. Apesar do melhor breakdown (jogo no solo) dos neozelandeses, fruto de maior talento nesse departamento de jogo (Tim Mikkelson, TJ Forbes) a equipa sul-africana soube capitalizar todos os erros dos austrais, em particular, no lance do 2º ensaio com o poderosíssimo Werner Kok finalizou uma bola que começou num erro de Gilles Kaka. O primeiro ensaio dos Springboks foi obtido já no final da primeira parte por intermédio do meu homónimo “nada parecido comigo” Branco Du Preez, ensaio obtido praticamente na primeira jogada ofensiva da formação vestida com o verde da bandeira sul-africana.

Com esta vitória, à 4ª ronda nas World Series, os Sul-Africanos ultrapassaram os neozelandeses no 1º lugar da prova.

Nas outras “finais”:

– no jogo de atribuição de 3º e 4º lugar, o Canadá confirmou o excelente torneio que fez em Las Vegas ao bater a Samoa por 22-19. Os Canadianos venceram equipas bem mais fortes no caminho para as meias-finais da Cup (Quénia, Gales e França) perdendo apenas na fase de grupos para a África do Sul e nas meias-finais frente à Nova Zelândia.

– Na final da Plate, num dos melhores jogos do torneio a Inglaterra bateu a Austrália por 26-24.

– Na final da Bowl, as Fiji cilindraram o Quénia por 35-0

– Na final da Shield, os nossos vizinhos espanhóis foram cilindrados pela selecção da casa por 31-0.

A Selecção Portuguesa esteve presente no torneio, tendo vencido o Uruguai por 19-5 no jogo inaugural e obtido duas calamitosas derrotas por 54-0 frente à Inglaterra na 2ª jornada e frente a Samoa por 35-0. Apurada para a disputa da 3ª taça (Bowl), nos quartos-de-final desta perdeu contra a Escócia por 31-7. Passou para as meias-finais da Shield onde sucumbiu perante nuestros hermanos num jogo que terminaria 12-19.

 

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