Superbock! Fresquinha! #34

Notas – a análise ao jogo será feita pelo João Borba.

1. Vitória justíssima do Benfica num clássico em que se mostrou como a única equipa capaz de vencer a partida. Parece-me que Paulo Fonseca entrou em campo a jogar para o empate, tal e qual tinha feito há 2 semanas atrás em Alvalade. Com uma pressão fortíssima a meio-campo que não deixou o Porto pegar no jogo, e com um Markovic completamente endiabrado no miolo, pode-se dizer que o soalheiro golo de Rodrigo ao minuto 11 aniquilou toda a preparação de jogo feita pelo treinador do Porto.

2. A segurança de Matic naquele que pode ser o último jogo com a camisola do Benfica – O trinco esteve novamente em grande destaque. Foi um autêntico cavalo de batalha no meio-campo. Não só meteu no bolso todo o meio-campo do Porto (Paulo Fonseca continua por resolver os problemas deste sector do terreno) como foi mestre a iniciar as rápidas transições de jogo do Benfica.

3. A 2ª parte – Até ao intervalo nada a dizer sobre a arbitragem de Artur Soares Dias. O internacional foi resolvendo com assertividade todos os lances de um jogo que estava a ser durinho q.b sem ter que recorrer ao cartao. Na 2ªa parte borrou a pintura toda. Não assinala uma mão de Mangala na área que resulta no canto que dá o golo ao Benfica (falha clara de Helton), expulsa (mal) Danilo num lance em que não existe qualquer simulação do jogador do clube da invicta mas uma disputa de posição na área e não assinala uma grande penalidade sobre Quaresma. No seu regresso ao futebol português vimos um Quaresma completamente desrotinado e individualista, facto que me faz crer que o seu regresso (precoce) à competição numa partida como esta foi uma necessidade urgente do treinador do FC Porto e não um passo evolutivo na recuperação do jogador. O extremo tentou por várias vezes ganhar duelos individuais ora com Siqueira, ora com Maxi, não sendo feliz em nenhum deles. Congelando em demasia o jogo das alas quando se lhe pedia que fosse mais célebre a despejar cruzamentos na área, Quaresma não fez o que seria pedido para a circunstância que motivou a sua alteração.

4. Grande jogo de toda a defesa do Benfica. Siqueira e Maxi certinhos q.b não deram veleidades a Licá, Varela e Quaresma. Luisão e Garay foram eficazes na sua área de acção. Exemplares no desarme, exemplares na execução de faltas cirurgicas, esconderam por completo Jackson Martínez da partida. Do colombiano fica apenas na retina o lance perto do intervalo em que conseguiu fugir à marcação dos centrais do benfica e atirar ao lado da baliza de Oblak. Podia ter feito muito mais nesse lance. Não tenho dúvidas em afirmar que se Jackson consegue empurrar aquela bola para o empate, o jogo seria muito diferente na 2ª parte.

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