Superbock! Fresquinha! #21

Atiro-te já os amendoins à tromba ó lambuças! – interval em Olhão:

1. Dois fantásticos tiros, um de Regula, outro de Matic. No remate do primeiro, Artur não tem culpas. Remate a 100 km\h com a condicionante de ter batido na relva.

2. Continuo a acreditar que o problema na arbitragem portuguesa não provém de qualquer acto de má-fé ou vício cometido antes das partidas. Se ontem Hugo Pacheco fez o que fez em Alvalade, na primeira parte em Olhão, o árbitro da AF Porto Vasco Santos (e os seus assistentes) já fizeram das suas ao não assinalar um penalti que me pareceu claro sobre Gaitán, dois fora-de-jogos inexistentes em dois lances perigosos dos quais o último poderia resultar em golo e ao não assinalar um fora-de-jogo que me pareceu óbvio no primeiro golo da Olhanense.

3. Boa atitude da Olhanense. De um jogo que em teoria se previa difícil para o Benfica baseado na crença de que a Olhanense iria entrar em campo com o autocarro estacionado, vimos uma primeira parte em que o Olhanense não só entrou em campo de forma aberta a jogar um futebol muito flanqueado (é na esquerda de Sílvio que nasce o primeiro golo do Olhanense) como está a apresentar uma equipa muito disciplinada lá atrás. Para já, Paulo Regula está a fazer um excelente jogo. Tanto no meio-campo a conduzir os venenosos contra-ataques da equipa de Olhão como à direita onde está a tentar cavar superioridade com o lateral Coubronne junto do desamparado Sílvio. Do outro lado, a figura de Matic: o sérvio está a fazer um daqueles jogos em que preenche por completo o meio-campo encarnado.

4. Da 2ª parte, é como da Espanha: nem bom vento nem bom casamento. Pressão alta do Benfica a abrir, um golo por intermédio do recém entrado Sulejmani, dois lances na área do Olhanense, a lesão de Artur, meia dúzia de patacuadas que não interessam nem ao menino Jesus por parte dos comentadores Sporttv e um tal de Francis Koné que fez mais faltas do que as vezes que tocou na bola. Uma das piores 2ªs partes que vi na Liga deste ano… Vamos ver o que faz o Porto.

5. 20″ – Ia para escrever que até agora o Rio Ave estava a dar o jogo de barato mas…

Jogo com um pace muito lento. Golo de Maicon numa falha tremenda do guarda-redes do Rio Ave. Rio Ave com alguma organização defensiva colocando sempre um jogador em cima do portador da bola. Jogo algo faltoso. Porto com a habitual envolvência ofensiva dos laterais e com a habitual ausência dos extremos. Hoje Josué ficou no banco. Rio Ave a tentar colocar a bola nos flancos, contudo, os laterais do Porto estão a dar conta do recado. Até ao momento em que Edimar avança com bola, faz 1×2 com um colega e recolhe mais à frente perante total passividade dos centrais do Porto.

6. Em Vila do Conde, ao intervalo, nada de novo. Provavelmente o jogo mais aborrecido do ano a que estou a assistir. Duas oportunidades para cada lado: Maicon ao poste num lance semelhante ao do golo para um lado. Para o outro, Edimar voltou a aparecer na cara de Helton. Saliências: Lucho passou a primeira parte no chão. Varela e Licá já mudaram de flanco mas ainda não deram uma para a caixa. O Rio Ave fechou-se lá atrás e fez denotar aquela que é a maior fraqueza do Porto: um jogador que pegue no jogo no último terço e possa desiquilibrar com 1 ou 2 fintas.

7. 59″ – Porto com processos mais simples chega ao 2-1. Jackson está em fora-de-jogo por um braço. Aceita-se pois é um fora-de-jogo muito difícil de tirar.

(continua…)

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