Superbock. Fresquinha #1

Que raio de cerveja é esta? – Alvalade. Bruno Esteves da AF de Lisboa. 25 mil pagantes. Um dos melhores jogos da Liga, so far. Erros atrás de erros. Um penalty a favor do Marítimo sacado a partir de um lance em que não existe qualquer contacto entre os jogadores e o jogador do Marítimo tropeça nele próprio. Arturo Vidal on Bernabéu again? Não. Não chega a tanto. Uma cotovelada sobre Capel que não é vista. Um golo fantasma nas mãos de Leoni. Vá, surgem-me dúvidas sobre esse lance. 2ª parte. Uma bola no braço na área do Marítimo. Não é penalty. O jogador esconde os braços atrás das costas. Critério que se aceita. Montero é empurrado na área. Vermelho para um jogador que já tem um amarelo. Correcto. Está isolado. A finalizar: bola no braço de Cedric na área leonina. Bola Disputada. Compreende-se que o árbitro tenha usado o mesmo critério do lance ocorrido na área do Marítimo.

Atiro-te já os amendoins à tromba, ó lambuças! – Nas últimas semanas tenho lido aqui e aqui vários artigos de opinião acerca da profissionalização dos árbitros. Uns a favor, outros contra. A FPF já anunciou, em conjunto com a APAF, o início do projecto que visa profissionalizar os árbitros. Os dirigentes em questão não revelaram o local da nova academia que irá ser criada para os árbitros, quais serão os felizes contemplados ou os moldes pelos quais se vai institucionalizar esta profissionalização. Tomei o anúncio desta profissionalização por parte da FPF\APAF  (tendo em conta o escabroso início de época por parte da arbitragem portuguesa) como um “chuto da culpa para um momento futuro” – O argumento é básico: a arbitragem em Portugal está a dar mais garrote do que era habitual. Vamos profissionalizar isto. Pelo meio tapamos os olhos aos “cegos” com o argumento de que com a profissionalização, a arbitragem vai subir um degrau e momentos destes não voltarão a acontecer porque com a profissionalização os árbitros serão responsabilizados pelos seus actos. Ilusões.

Tudo ao Molho! Não sou de intrigas, mas depois de ver o Jorge Jesus a comentar tudo o que mexe, penso que se lhe perguntarem como se monta um sofá do Ikea, ele explica… E Leonardo Jardim está proibido de mencionar a palavra ADN.

A cerveja enfeitiçou-me! – Na mesma medida em que a bola enfeitiçou Mangala no Restelo.

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